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A Semana Equestre Militar (SEM), evento que se realiza anualmente desde 1955, é o acontecimento desportivo castrense de maior tradição que sucedeu, em Mafra, ao antigo Campeonato do Cavalo de Guerra, disputado de 1904 a 1954 em Torres Novas, o qual já tinha o significado que ainda hoje se mantém, de ponto de encontro e de reunião anual para avaliação da situação equestre no Exército.
São objetivos da SEM, entre outros, promover e desenvolver a prática da equitação militar, preparar e apreciar os conjuntos militares, tendo em vista a sua participação em competições hípicas, e proporcionar um momento de são convívio entre todos os intervenientes, inserido no espírito desportivo onde o "cavalo", como elemento aglutinador, é pela sua essência a razão principal.
No presente ano, a EA organiza nas suas instalações a edição LXVII da SEM, que decorre de 16 a 25 de maio, procurando através de um conjunto diversificado de provas, eventos e participantes, continuar a constituir um momento de saudável convívio castrense entre as várias gerações de militares, que de uma forma ou de outra, se consideram ligados à Equitação Militar.
Resenha Histórica da EA

A criação da Escola das Armas foi aprovada por Despacho de Sua Excelência o Ministro da Defesa Nacional, Dr. José Pedro Aguiar Branco, em 3 de julho de 2013, com efeitos a partir de 1 de outubro de 2013.
A relação da Vila de Mafra com o Exército remonta a 1809, na preparação para fazer face à terceira invasão francesa, quando Beresford estabelece no Convento um "Depósito de Recrutas de Infantaria" com a missão de receber e instruir os soldados novos antes de serem incorporados nas Unidades da Arma.

Descrição Heráldica

Escudo de vermelho, uma lucerna de prata acesa de vermelho perfilada do segundo, um chefe de prata carregado de cinco escudetes de vermelho;
Elmo militar de prata, forrado de vermelho a três quartos com a dextra;
Correia de vermelho perfilada de ouro;
Paquife e virol de vermelho e prata;
Timbre: um leão rampante de prata, sustento à sinistra um livro antigo aberto de prata com correias fiveladas de ouro, sobre o mesmo na vertical a espada com lâmina antiga de prata, guarnecida e empunhada e macenatada de ouro, sustida pela mão dextra;
Divisa: num listel de prata, ondulado, sotoposto ao escudo, em letras de negro, maiúsculas, de estilo alzevir "SE MOSTRARÃO NAS ARMAS SINGULARES" (Divisa inspirada nos Lusíadas, canto III est. 24 "Se mostraram nas armas singulares").





